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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Sasha Grey


Marina Ann Hantzis, mais conhecida como Sasha Grey, nasceu na Califórnia, filha de um mecânico com uma funcionária do Estado. Seus pais se separaram quando ela tinha cinco anos, e ela foi criada com sua mãe. Passou por quatro escolas de ensino médio, odiando cada uma pela qual passou. Na última delas ela fez aulas de cinema, dança e atuação. Formou-se aos 17 anos. Ela trabalhou colocando mesas em uma churrascaria por alguns meses, conseguindo economizar 7 mil dólares para se mudar para Los Angeles.


Em maio de 2006 mudou-se para Los Angeles e começou sua carreira em filmes adultos (nosso velho e conhecido pornô), logo após completar 18 anos. Originalmente ela usou o nome Anna Karina, tomado da atriz francesa antes de decidir sobre o seu nome presente. O nome " Sasha " foi tirado de Sascha Konietzko da banda KMFDM e "Grey" do romance de Oscar Wilde, O Retrato de Dorian Gray. Sua primeira cena foi uma orgia com o mítico Rocco Siffredi para o filme Os Fashionistas 2, de John Stagliano .


Ela logo trouxe a atenção pra si ao improvisar com Rocco uma cena em que ele dá um soco no estômago dela. A partir daí ela foi trabalhando muito e ganhando seu espaço. Menos de seis meses depois ela já era apontada por revistas especializadas como a grande revelação do pornô. Em 2007 e 2008 ganhou diversos prêmios, sendo a pessoa mais jovem a ganhar o AVN Adult Movie Awards. 


Vejam esse vídeo da Vice, um misto de entrevista e ensaio com Richard Kern, onde Sasha afirma que se considera uma artista performática, fala sobre como ela encara com profissionalismo o seu trabalho.


Durante cinco anos de trabalho, Sasha fez 270 filmes e ganhou 14 prêmios. 


Em 2011 ela anunciou sua aposentadoria. 


Em meados de agosto de 2013 a Sashinha veio ao Brasil para o lançamento da tradução de seu livro, Juliette Society. Neste vídeo da tv folha vc pode ver um pouco do impacto da vinda dela aqui (a partir do minuto 8). E o vídeo a seguir é da entrevista dela pro Danilo Gentili.




sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Ellen DeGeneres


Ellen Lee DeGeneres nasceu e foi criada em Metairie, Louisiana, filha de uma terapeuta da fala, e de um agente de seguros. Ela foi criada dentro da doutrina da Ciência Cristã até a idade de 13 anos. Em 1973, os pais de DeGeneres pediram a separação e se divorciaram no ano seguinte. Pouco depois mudou-se com a mãe para Gruessendorf da área de Nova Orleans para Atlanta, Texas. 



DeGeneres se formou no ensino médio em maio de 1976, onde então se mudou de volta para Nova Orleans para estudar na Universidade de Nova Orleans, onde se formou em estudos de comunicação. Depois de um semestre, ela deixou a escola para fazer trabalho de escritório em um escritório de advocacia com sua prima Laura Gillen. Também foi vendedora de roupas, garçonete, pintora de casa, hostess e bartender.


Ellen começou a se apresentar stand-up comedy em pequenos clubes e casas de café. Em 1981, ela foi a mestre de cerimônias no Clube de Comédia Clyde em Nova Orleans. DeGeneres cita Woody Allen e Steve Martin como suas principais influências no momento. No início de 1980, ela começou a turnê nacional, sendo nomeado  pela Showtime a pessoa mais engraçada dos Estados Unidos em 1982. Em 1986, ela apareceu pela primeira vez em The Tonight Show, apresentado por Johnny Carson, que comparou-a a Bob Newhart. Quando Carson convidou-a para uma conversa na tela depois de sua performance, ela se tornou a primeira atriz de comédia na história do programa a ser tratado desta forma.  




Seu material cômico tornou-se a base do bem-sucedido seriado Ellen 1994-1998, chamado Estes Meus Amigos durante sua primeira temporada. O programa foi popular em suas primeiras temporadas, devido em grande parte ao humor observacional de Ellen, que foi chamada de Seinfeld feminino"


Ellen atingiu o auge de sua popularidade em fevereiro de 1997, quando anunciou publicamente sua homossexualidade no The Oprah Winfrey Show. Posteriormente sua personagem no seriado saiu do armário para seu terapeuta, interpretado por Oprah Winfrey, revelando que ela é gay. O episódio de debutantes, intitulado "O filhote de cachorro", foi um dos mais alta avaliado episódios da série. Os últimos episódios da série tiveram baixa audiência, e o show foi cancelado em 98. DeGeneres voltou ao circuito de stand-up comedy, e em 2001 voltou à telinha com o programa The Ellen Show.


Em setembro de 2003 ela lançou o talk show diurno The Ellen DeGeneres, um enorme sucesso que dura até hoje. Em 2009 foi convidada pra apresentar o American Idol. A experiência foi tão boa pra ela que fechou contrato pra mais 5 temporadas.




sábado, 29 de dezembro de 2012

Elke Maravilha


Elke Giorgievna Grunnupp nasceu em 1945, na Rússia, em Leningrado. Seu pai russo e sua mãe alemã eram perseguidos pelo regime comunista de Stalin, e emigraram para o Brasil em 1951. Foram morar em Itabira do Mato Dentro - MG, a cidade de Carlos Drummond de Andrade. Elke chegou em Minas falando Russo e Alemão. Após alguns anos, mudaram-se para Jaguaraçu.


Elke é professora, tradutora e intérprete de línguas estrangeiras, incluindo o latim. Foi bancária, secretária trilíngue e bibliotecária. Foi também a mais jovem professora de francês da Aliança Francesa e de inglês na União Cultural Brasil – Estados Unidos. Fala nove idiomas: O russo, o português, o alemão, o italiano, o espanhol, o francês, o inglês, o grego e latim.









Começou a carreira de modelo e manequim aos 24 anos com Guilherme Guimarães, tendo trabalhado para grandes estilistas, considerada como inovadora nas passarelas. E foi nos desfiles que conheceu a estilista Zuzu Angel e ficaram muito amigas. 


“... aos poucos fui me impondo, mesmo como manequim. No início fazia um pouco o jogo, porque também sei ser chique: fazer um cabelo convencional, uma maquiagem leve, etc. Mas aquilo para mim era fantasiar-me. Eu não sou aquilo! E o legal é que os próprios costureiros começaram a entrar no meu barato, entender o meu estilo e proposta estética e fazer roupas especiais para eu desfilar." 









Em 1972, Elke estava no Aeroporto Santos Dumont quando viu um cartaz de de procurados políticos pela ditadura militar. No cartaz estava a foto de Stuart Angel, filho de Zuzu. Elke retirou o cartaz da parede e o rasgou. Esse simples ato de revolta lhe causou a prisão. Anexado ao processo estava o cartaz rasgado, e ela foi acusada de prejudicar a localização do rapaz foragido. Um puta cinismo dos militares, como se não soubessem que Stuart morrera torturado barbaramente nas dependências da Base Aérea do Galeão em 14 de junho de 1971. Arrastado por um carro com a boca pendurada ao cano de descarga. Este ato causou sua prisão por seis dias e a perda da cidadania brasileira. Só foi libertada por ajuda do advogado de sua amiga Zuzu. Por anos foi uma apátrida, até que requisitou a cidadania alemã, a única que tem até hoje. 





Também em 1972 foi convidada para ir à televisão, no programa do Chacrinha:
“... um dia tocou o telefone com alguém me convidando para ir no programa do Chacrinha. Eu não conhecia porque não via televisão, mas aceitei. Então perguntei a um amigo sobre como era o tal programa e ele me disse que era um programa de auditório que tinha um apresentador que tocava uma buzina o tempo todo. Achei legal, comprei uma buzina e entrei lá buzinando; o Painho se encantou comigo e eu com ele. Foi assim que começou!” 




A partir daí sua participação na tv foi constante. Foi jurada no programa do Silvio Santos, teve talk show no sbt, teve um quadro esotérico no programa do Amaury Jr, e fez um sucesso danado na minissérie Memórias de um Gigolô. Seu desempenho como a dona de um bordel fez tanto sucesso que ela foi convidada a ser madrinha da Associação das Prostitutas do Rio de Janeiro.


Entrevista de Elke no programa do Otávio Mesquita.

Em cinema, Elke participou de inúmeros filmes, desde Pixote, do Babenco, até filmes da Xuxa. Eventualmente está em cartaz com alguma peça.


 Elke, no filme Pixote, de 1982.


Entrevista excepcional para o Abujamra.



“Perguntam-me como criei este estilo, este visual que me caracteriza. Digo que sempre busquei compor este jeito, claro que não era assim como agora, pois hoje a coisa é mais abrangente, com o tempo venho me descobrindo muito mais por dentro e colocando o que descubro para fora. Costumo dizer que sempre fui assim, só que com o tempo estou piorando! Na realidade, sempre fui um trem meio diferente, sabe? Ainda adolescente resolvi rasgar a roupa, desgrenhei o cabelo, exagerei na maquiagem e sai na rua... Levei até cuspida na cara. Mas foi bom porque entendi aquela situação como se estivessem colocando-me em teste. Talvez, se meu estilo não fosse verdadeiramente minha realidade interior, eu teria voltado atrás. Mas sabia que nunca iria recuar. Eu nunca quis agredir ninguém! O que eu quero é brincar, me mostrar, me comunicar”.

A seguir, o belo documentário de Júlia Rezende sobre Elke:



Pra mais informações, é só acessar o site oficial dela





sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Eva Ionesco




Já escrevi anteriormente sobre a mãe de Eva, Irina Ionesco. Recomendo a leitura do post dela antes deste.

Eva nasceu em 1965, na França, e logo aos 3 anos tornou-se a modelo fotográfica favorita de sua mãe. As fotografias eróticas feitas por Irina Ionesco de sua jovem filha Eva têm sido uma fonte de controvérsia desde que apareceu pela primeira vez na década de 1970. Mas Eva também foi modelo para outros fotógrafos, como Jacques Bourboulon.


Ela é a mais nova modelo que já apareceu nua em uma revista Playboy, uma vez que foi apresentada aos 11 anos, em outubro de 1976, numa edição italiana da revista com fotos de Bourboulon. Outra de suas fotos nuas saíram em 1978, na edição de novembro da edição espanhola da Penthouse, numa seleção de fotografias de sua mãe.



Eva Ionesco fez sua estréia no cinema com a idade de 11, em 1976, no filme O Inquilino, de Roman Polanski. Pouco tempo depois, ela estrearia diversos filmes, como Maladolescenza, de 1977. Neste ano sua mãe perdeu a guarda de seus filhos e Eva Ionesco foi criado pelos pais do designer Christian Louboutin. Ela tentou três vezes processar a mãe por estresse emocional, e o julgamento ainda está em curso pelos tribunais franceses. Em 1998 a polícia francesa confiscou centenas de fotografia dela no apartamento de sua mãe em que ela aparece com a idade de cinco em poses sugestivas e em completa nudez.


Sua história serviu de inspiração para o bebê Louis Malle filme Pretty. [5] Em 1980, ela participou da prestigiada escola de teatro Amandiers, dirigido por Patrice Chéreau e Pierre Romans. Em 2010, dirigiu seu primeiro filme, My Little Princess, estrelado por Isabelle Huppert, onde ela conta a tensa história da relação entre ela e sua mãe.


A seguir, reproduzo a entrevista concedida a Paulo Portugal, para o site português C7nema, em julho de 2012.

Quando foi que lhe ocorreu a ideia de fazer este filme? Foi já há bastante tempo?

Sim, sim. Há muito que queria contar esta história, queria fazer um filme sobre esta história. Enfim, não era bem esta história, era algo muito mais vasto. Mas acabei por me centrar na ligação com a filha... Que era vista como uma boneca. 

Tanto quanto sei, este filme faz parte de algo mais vasto...


Sim, penso numa trilogia. Como um romance, mas como ponto de partida para fazer um filme. Por isso concentrei-me na ligação da mãe com esta filha pequena que é interpretada pela Anamaria (Vartolomei) e a Isabelle (Hupert). Foi algo muito difícil, muito doloroso, muito complicado...


Mas era algo que tinha de fazer.

Sim, era um dever que tinha. O filme não é um jogo de espelho onde me revejo, mas algo que sinto que devo fazer. Como uma obrigação. Eu tinha de contar esta história.


Alguma vez perdoou à sua mãe o que fez?

Não. Sabe quando alguém lhe faz muito mal, e nunca regressa para pedir desculpa. Nunca me entregou as fotos eróticas. Nunca pediu desculpa, nunca, nunca, nunca...


Refere-se às fotos que circulam na Internet?

Sim, mas nunca farei qualquer exposição delas. Sabe, apenas desejo uma coisa: que ela morra. Sempre quis que ela morresse e ficarei feliz quando desaparecer.


Bom, não sei o que dizer...

Há pessoas que se lamentam porque perderam um amigo ou membros da família. Pode ser triste, mas é algo que eu não conheço. Sei que a minha mãe está muito doente, mas não quero saber. Só quero que desapareça. Compreende?


Tento compreender. Regressemos então ao passado. Lembra-se quando tinha então essa idade...

Tinha três ou quatro anos.


Do que se lembra desse período?

Quando são os nossos pais que nos manipulam desde o inicio, não temos consciência de pensar o que sabemos hoje. Uma máquina fotográfica era apenas aquilo.


Não tinha a noção de que era algo pouco natural?

Não com três, anos, não com quatro anos, não com cinco anos. As crianças sorriem, mesmo quando nos fazem mal. Quando são os nossos pais que fazem isso, não podemos falar, pois não conhecemos as regras do mundo. Isso é criminoso. É um grande crime. Não serei a primeira.


Em que momento...

...como se pode manipular uma criança, pedir-lhe para abrir as pernas aos três anos e mostrar essas fotos sem que a criança saiba. Utilizá-las a vida inteira e vendê-las. Esse ato é monstruoso. E merecedor de punição.



Com que idade começou a aperceber-se de que algo não estava bem?

Claro que me apercebi que algo não estava bem. Sobretudo que havia coisas que não estavam bem na cabeça desta mulher. A minha mãe era uma pessoa com grandes neuroses. Quando vemos hoje as fotos pensamos que é arte ou porcaria? A menina está triste e tem as pernas abertas. Porquê? Pode dizer-se: é belo, é barroco. E isto durante dez anos! É preciso ser-se doente.


Para si, foi igualmente doloroso fazer este filme?

Não. A fazer este filme, tinha de ser algo muito lúdico. Quando fazemos o filme não estamos a pensar na dor. Não podemos.


Compreendo, porque a realidade não é bem o que é mostrado.

Claro. Aqui a história é bem diferente, é uma rapariga que se dá conta de si e acaba por chamar a si o seu destino. Não é a mesma coisa.

Alguma vez tentou compreender o que se passava na cabeça da sua mãe?

Sim, tentei fazer isso. Aliás, fiz este filme para tentar compreender. E para que não se repita. Tinha muito medo de fazer algo que fizesse mal ao meu filho.


Ele tem que idade?


Já é crescido, tem 17 anos. Mas tinha receio de reproduzir algo que o pudesse enfraquecer. Apenas do ponto de vista das pulsões sexuais. Mas comecei a pensar nesta história quando ele tinha quatro anos. O que tentei fazer com este filme foi remontar esse mecanismo inconsciente. Ela mesmo está ligada ele, pois viveu também um incesto.


Portanto, uma parte dolorosa da sua vida.

De certa forma, ela reproduziu comigo  o que lhe sucedera. Ela foi levada para o quarto com a mãe e em vez de dizer que ela era sua filha disse-lhe que era a sua irmã. Então percebemos que optou por se fazer observar. É essa a sua pulsão artística. Uma pulsão de desejo, de morte. Mas não é premeditado.

Mas não deixa de ser uma exploração sexual...

Sim, é bastante violento. Nem sequer é uma linguagem articulada. Fazer fotos barrocas, muita gente pode fazer. Pessoalmente, não acho isso artístico. Eu acho que arte deve ajudar o mundo, e não contrário.  Não vejo o que ela fez de bem.

Como encara o seu filho o passado da mãe. Calculo que tenha visto todas essas imagens...


Claro que está a par de tudo. Conhece o meu ponto de vista e disse-me que ficou muito orgulhoso por eu ter feito este filme. Disse-me que eu era a Princesa dele. E, sabe, estivemos em Portugal. Aliás, vamos sempre durante o Verão.

Ai sim, onde?


Em Carvalhal, a 150 kms de Lisboa, na costa. É lindo, vamos todos os anos.

A escolha para os intérpretes foi mais ou menos óbvia para o filme?

Sim, foi evidente. Há muito que queria a Isabelle. É uma actriz enorme e sabia que ela poderia saber interpretar a personagem. Deu-me toda a confiança e a força.

E a Anamaria?


Ela tinha medo da Isabelle, porque não a conhecia. Vinha da Roménia. Foi preciso falar muito com ela e explicar tudo. Todas as cenas foram ensaiadas.
Eva e seu filho, em foto de Veronique Vial

E ela sendo jovem tinha essa consciência dos limites que estavam em causa?

Eu expliquei-lhe que teria de ser uma menina que tirava a roupa, mas que nunca estaria nua no filme. E que tirava fotografias. Era uma história de chantagem, em que se despia para ter roupas bonitas. Trabalhamos todas as nuances.

Falou de uma trilogia. O que poderemos esperar do que falta?


O segundo filme será uma crónica sobre as histórias de amor adolescente nas festas nos famosos clubes noturnos de Paris...



Clubes eróticos?

Eróticos? Nem por isso. Mais grotescos.


Está em que estado de produção?

Está na parte da escrita, está metade escrito.


E já tem título?

Talvez «A Última Dança». Agora já será adolescente.


Sempre com a Anamaria?

Sim. Faz parte do projeto. Vamos ver se consigo chegar ao terceiro filme.


Mas como é que desenha esta trilogia?

O primeiro filme é a relação mãe e filha; o segundo são os amores e a deceção, também uma história diferente da sexualidade.


Imagino que terá também um lado pessoal...

Sim, tem um lado pessoal. A terceira parte será a procura do pai. Isso será mais contemporâneo.


Nunca falámos do seu pai...


É algo voluntário, porque faz parte de um outro capítulo. Mas ele era muito misterioso. Diz-se até que seria um espião. Talvez por isso o visse tão poucas vezes. Na primeira parte, os homens não fazem parte da história.


Enquanto fotógrafa, que opinião tem do trabalho fotográfico da sua mãe?

Pessoalmente, continuo a achar que é um trabalho um pouco pedófilo. Para além do lado barroco que se possa entender. É só isso que conta, uma menina a mostrar o seu corpo. É artístico? Não, é pedófilo. Só tem a ver com o desejo. Por isso, é pedófilo.