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quinta-feira, 21 de junho de 2012
Emma Arvida Bystrom
Esta sueca que mora em Estolcomo ainda é uma artista em fase de desenvolvimento. Mas mesmo assim acho mais que fundamental postar aqui algumas de suas fotos, que causam aquele maravilhoso estranhamento que só as obras provocantes são capazes de causar.
Como se trata ainda de uma fotógrafa muito jovem, não há tantos trabalhos pra serem vistos. Mas vou colocar aqui as fotos de dois que tiveram uma relativa repercussão. O primeiro deles se trata de um ensaio de moda feira para a revista VICE, que traz mulheres menstruadas como modelos. Recomendo fortemente a leitura deste texto da Thaís Campolina, no Ativismo de Sofá (foi lá que eu descobri o trampo da Emma). E logo em seguida tem simples e genial ensaio com as mulheres de barba.
Pra quem curtiu a mina, dá pra passar horas no blog dela. Lá tem muitas fotos, alguns textos em suecos e outros em inglês. Boa diversão. http://arvidabystrom.blogspot.com.br/
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Claude Cahun
Claude Cahun (1894 – 1954) foi uma fotógrafa e escritora francesa. Seu trabalho se caracteriza tanto por aspectos políticos quanto pessoais, trabalhando com frequência os conceitos de gênero e sexualidade. Começou fazendo autorretratos quando tinha 18 anos, em 1912. Era muito próxima de André Breton e outros artistas surrealistas – o que influenciou claramente seu trabalho, chegando a participar de algumas exposições surrelistas, como a Exposição Surrealista Internacional de Londres e a Exposição Surrealista de Objetos em Paris, ambas em 1936.
Seu nome original era Lucy Renée Mathilde Schwob, e o pseudônimo foi escolhido intencionalmente por se tratar de um nome tanto masculino quanto feminino. Vivia com sua companheira, Suzanne Malherbe, que usava o pseudônimo de Marcel Moore, e com ela realizava diversos trabalhos escritos, em escultura, fotomontagens e colagens. Seus trabalhos mais conhecidos são o autorretrato.
Em 1937 Claude Cahun e Suzanne Malherbe se radicam em Jersey na costa da Normandia Francesa. Após a explosão da Segunda Guerra Mundial e a invasão alemã na França, elas se tornam ativistas da resistência e propagandistas contra a guerra. Nesse período trabalharam extensivamente na produção de panfletos contra os alemães, denunciando seus crimes e insolência. Suas ações eram políticas sem deixar de serem artísticas. Cahun usou muito de seu talento e de seu trabalho, durante toda a sua vida, para tentar minar poderes autoritários. Ela e sua companheira chegaram a ser presas e sentenciadas à morte, o que acabou não acontecendo. No entanto, a saúde de Claude Cahun nunca se recuperou dos maus tratos sofridos na prisão. Ela morreu em 1954 e foi enterrada junto de sua companheira Suzanne Malherbe.
E aqui um vídeo bacana (em francês) sobre a artista, feita pelo museu Jeu de Paume.
Catherine Opie
Catherine Opie, americana, lésbica, fotógrafa, nascida em 1961. Com um trabalho especializado em fotografia documental, ao longo da sua obra já investigou aspectos da comunidade LGBT, surfistas, jogadores de futebol e alunos do ensino médio. Atualmente é professora de fotografia na faculdade da Califórnia.
Tem duas entrevistas dela (em inglês), uma aqui, e a outra no vídeo a seguir.
Raven (Gun), 1989.
Melissa & Lake, Durham, North Carolina, 1998.
Melisa (Fairmount Hotel), 1987.
The Gang, 1990
Amy, 1996
JD, 2008
k.d., 2007
Angela (head) 1992
Kate, 2007
Jenny (bed) 2009
Feet (Ian) 1994
Pig Pen, 2009
Eileen, 2009
Idexa, 2008
Gabby (back), 1989
Capp St. House (1994)
Cathy (bed self-portrait) (1987)
Frankie, 1993.
Self-Portrait / Cutting, 1993
Self Portrait / Nursing, 2004
Divinity Fudge, 1997
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